Página 3 dos artigos sobre gestão na rotina de um escritório de advocacia, escritos por quem constrói o Adv3.
Gerir banca é decidir o que medir, o que delegar e quem responde por cada caso. Estes textos tratam de equipe, contratação, rotina, indicadores, escolha de sistema e as decisões que aparecem quando o escritório deixa de caber numa cabeça só.
A virada acontece quase sempre no mesmo ponto: entre a terceira e a sexta pessoa. Até ali o sócio sabe de cor o estado de cada caso, e qualquer processo é resolvido perguntando. Depois disso, perguntar deixa de escalar, e o escritório começa a descobrir, sempre tarde, que ninguém estava olhando um prazo, que dois advogados falaram coisas diferentes com o mesmo cliente, ou que o estagiário ficou três semanas sem trabalho enquanto outro afogava.
O que estes textos defendem não é mais controle, é responsabilidade nomeada. Caso sem dono é caso de todo mundo, e caso de todo mundo é caso de ninguém. A partir daí vêm as decisões que a seção percorre: como distribuir casos sem sobrecarregar quem entrega rápido, o que um estagiário pode e não pode fazer, quando contratar e quando terceirizar, que indicadores dizem alguma coisa e quais só dão trabalho de coletar.
Demonstração impressiona e não decide nada. As sete perguntas que separam software jurídico que resolve de sistema que vira mais um lugar para conferir.
Planilha, Drive com agenda, sistema jurídico ou ERP? O comparativo de software jurídico por categoria: o que cada uma resolve e onde deixa de servir.
Contratar secretária para escritório de advocacia costuma vir antes de contratar advogado. Quando a conta fecha, o que delegar no primeiro mês e o que não.
CRM jurídico organiza quem ainda não é cliente: o contato que chegou, a consulta marcada e a proposta enviada. Quando ele resolve e quando é exagero.
Um escritório de advocacia remoto funciona até o ponto em que não funciona. O que precisa estar resolvido antes e as três coisas que ainda exigem presença.
O que o estagiário no escritório de advocacia pode fazer, o que exige supervisão e como montar as primeiras semanas sem gerar retrabalho para o sócio.
Sistema abandonado raramente é problema de software. As quatro semanas que decidem se implantar um sistema jurídico na equipe vai pegar, ou não.
Não é falta de método: é interrupção, troca de contexto e trabalho administrativo disfarçado. Onde a produtividade do advogado vaza de verdade.
Quanto custa um software jurídico depende da equipe inteira, não do preço de entrada. O que costuma ser cobrado à parte e a partir de quando ele se paga.
Reunião que vira relatório falado é tempo caro perdido. A pauta de 30 minutos de uma reunião de equipe no escritório de advocacia e o que não entra nela.
Sem rotina, o urgente ocupa a semana inteira. A rotina do escritório de advocacia: o que conferir na segunda, na sexta e no fim do mês.
Nem sempre. O que a planilha ainda resolve, os quatro sinais de que ela parou, e como calcular se um software para advogado autônomo se paga.