Página 4 dos artigos sobre gestão na rotina de um escritório de advocacia, escritos por quem constrói o Adv3.
Gerir banca é decidir o que medir, o que delegar e quem responde por cada caso. Estes textos tratam de equipe, contratação, rotina, indicadores, escolha de sistema e as decisões que aparecem quando o escritório deixa de caber numa cabeça só.
A virada acontece quase sempre no mesmo ponto: entre a terceira e a sexta pessoa. Até ali o sócio sabe de cor o estado de cada caso, e qualquer processo é resolvido perguntando. Depois disso, perguntar deixa de escalar, e o escritório começa a descobrir, sempre tarde, que ninguém estava olhando um prazo, que dois advogados falaram coisas diferentes com o mesmo cliente, ou que o estagiário ficou três semanas sem trabalho enquanto outro afogava.
O que estes textos defendem não é mais controle, é responsabilidade nomeada. Caso sem dono é caso de todo mundo, e caso de todo mundo é caso de ninguém. A partir daí vêm as decisões que a seção percorre: como distribuir casos sem sobrecarregar quem entrega rápido, o que um estagiário pode e não pode fazer, quando contratar e quando terceirizar, que indicadores dizem alguma coisa e quais só dão trabalho de coletar.
O substabelecimento com reserva mantém você no caso; sem reserva, não. Quando usar cada um, o que combinar antes e o que registrar no escritório.
Por que o sócio continua fazendo tudo mesmo com equipe, e como delegar no escritório de advocacia sem gerar retrabalho nem cobrança manual toda semana.
O que abrir escritório de advocacia realmente exige no primeiro ano, o que pode esperar, quanto custa a estrutura mínima e os erros do segundo semestre.
Número de processos não diz nada sobre a saúde da banca. Os seis indicadores de escritório de advocacia que mudam decisão e como levantar cada um.
O que a IA na advocacia já faz bem, o que ela ainda erra de forma perigosa e as regras de uso que evitam problema com o cliente e com a OAB.