Artigos sobre gestão na rotina de um escritório de advocacia, escritos por quem constrói o Adv3.
Gerir banca é decidir o que medir, o que delegar e quem responde por cada caso. Estes textos tratam de equipe, contratação, rotina, indicadores, escolha de sistema e as decisões que aparecem quando o escritório deixa de caber numa cabeça só.
A virada acontece quase sempre no mesmo ponto: entre a terceira e a sexta pessoa. Até ali o sócio sabe de cor o estado de cada caso, e qualquer processo é resolvido perguntando. Depois disso, perguntar deixa de escalar, e o escritório começa a descobrir, sempre tarde, que ninguém estava olhando um prazo, que dois advogados falaram coisas diferentes com o mesmo cliente, ou que o estagiário ficou três semanas sem trabalho enquanto outro afogava.
O que estes textos defendem não é mais controle, é responsabilidade nomeada. Caso sem dono é caso de todo mundo, e caso de todo mundo é caso de ninguém. A partir daí vêm as decisões que a seção percorre: como distribuir casos sem sobrecarregar quem entrega rápido, o que um estagiário pode e não pode fazer, quando contratar e quando terceirizar, que indicadores dizem alguma coisa e quais só dão trabalho de coletar.
Um dashboard jurídico bom responde o que pede ação hoje antes de mostrar gráfico. O que vai no topo, o que fica para o mês e o que não merece espaço.
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Quem procura alternativa ao Astrea costuma ter um motivo específico. Preço de tabela, teto de usuários e o que fica de fora, com a fonte e a data.
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