Sistema para advogado recém-formado: o que faz falta no primeiro ano e o que pode esperar
Gestão · · 5 min de leitura · Equipe Adv3
Um sistema para advogado recém-formado não é a primeira compra do primeiro ano, e é a primeira coisa a ser pensada quando aparecem os primeiros dez casos com prazo próprio. Antes disso, o que resolve é mais simples: um lugar para guardar documento, a agenda com os prazos e um controle honesto do que entra e sai. O sinal de que a hora chegou não é o número de processos: é a primeira vez que você confere o mesmo prazo duas vezes por insegurança.
Quem acabou de ser aprovado no exame tem uma lista longa de coisas para comprar e pouco dinheiro. Um sistema para advogado recém-formado entra nessa lista, e quase nunca no topo dela.
O que vem antes do sistema
No primeiro ano, três coisas resolvem mais e custam menos:
- O certificado digital, sem o qual não se peticiona, tratado em certificado digital para advogado.
- Um e-mail com domínio próprio, que é a primeira impressão que o cliente tem, descrito em e-mail profissional do advogado.
- Uma agenda que avisa, com os prazos dentro dela e não em papel.
Nenhuma dessas exige software jurídico. Elas exigem decisão, e é por isso que aparecem antes.
Quando um sistema para advogado recém-formado passa a se pagar
O gatilho não é o número de casos, é o número de coisas que só existem na sua cabeça. Três sinais bastam:
- Você confere o mesmo prazo duas vezes porque não confia no lugar onde ele está anotado.
- Alguém mais precisa achar um dado seu, seja um sócio, um estagiário ou o colega que vai cobrir sua audiência.
- O cliente pergunta como está o processo e você precisa abrir três lugares para responder.
O primeiro sinal costuma aparecer entre o oitavo e o décimo quinto caso. A partir dali, o custo de não ter sistema passa a ser tempo, e tempo no começo de carreira é o recurso mais escasso.
O que um recém-formado precisa de fato
| Precisa | Pode esperar |
|---|---|
| Prazo com data, responsável e aviso | Relatório e indicador |
| Cliente e processo ligados | Fluxo de trabalho complexo |
| Documento guardado no caso | Integração com tudo |
| Registro do que foi combinado | Automação de mensagem |
| Controle do que entra e sai | Projeção financeira |
A coluna da direita é onde o dinheiro se perde no começo: recurso que impressiona na demonstração e que ninguém usa no primeiro ano. A régua completa de escolha está em como escolher um software jurídico.
O erro de começar pela planilha, e o de nunca sair dela
Planilha serve, e ela tem um prazo de validade curto. Enquanto os casos cabem em vinte linhas e você é a única pessoa, ela funciona; a partir do momento em que alguém mais precisa olhar, ela vira fonte de divergência, porque cada um tem uma versão.
Quem começa por planilha precisa saber onde está a saída, e ela está descrita em sair da planilha para um sistema jurídico. O sinal de saída é sempre o mesmo: duas pessoas precisando do mesmo dado ao mesmo tempo.
Dinheiro no primeiro ano: separar é mais importante que controlar
Antes de qualquer controle financeiro sofisticado, uma providência resolve metade: separar a conta do escritório da sua conta pessoal, pelo que está em conta bancária do escritório. Sem isso, nenhum número que você olhar significa alguma coisa.
A segunda providência é o registro das despesas da atividade, que reduzem imposto para quem atua como pessoa física, assunto de livro-caixa do advogado. É pouco trabalho e produz resultado já no primeiro ano.
Onde o recém-formado costuma se machucar
- Prazo contado errado na primeira vez, porque a regra dos dias úteis tem detalhes, tratados em como contar prazo em dias úteis.
- Contrato de honorários genérico, que não prevê o que acontece no atraso nem no encerramento, descrito em contrato de honorários.
- Aceitar qualquer caso, porque recusar parece luxo. O critério existe e está em quando recusar uma causa.
- Trabalhar sem registrar o que foi combinado com o cliente, o que vira palavra contra palavra meses depois.
Começar sozinho não significa trabalhar sozinho
Correspondente para audiência distante, parceria com colega mais experiente em caso complexo e a rede de contatos da própria seccional resolvem mais que qualquer ferramenta no primeiro ano. As regras do que é possível estão em parceria entre advogados e em correspondente jurídico.
E vale saber que o sistema não substitui isso: ele guarda o que foi feito, e o trabalho continua sendo feito por gente.
Perguntas frequentes
Vale a pena pagar sistema com poucos casos?
Costuma não valer nos primeiros meses, e passa a valer quando o controle informal começa a falhar. O critério honesto está em advogado autônomo precisa de sistema?.
Existe sistema gratuito para começar?
Existem opções gratuitas com limites, e o cuidado é com o que acontece com os seus dados nelas. O panorama está em software jurídico gratuito.
Preciso abrir CNPJ logo de início?
Depende do volume e do tipo de cliente, e a decisão é com o contador. O panorama está em sociedade unipessoal de advocacia.
Quanto custa manter um escritório no primeiro ano?
Menos do que parece se você trabalha de casa, e mais do que a conta de cabeça indica. A lista completa, com o que é anual, está em custo fixo do escritório.
Como o Adv3 trata isso
O Adv3 tem o essencial de quem está começando ligado entre si: cliente, processo, prazo na agenda, documento com versões e o financeiro do escritório, com o plano de entrada pensado para quem trabalha sozinho. O que ele não tem é teste grátis nem plano gratuito: a primeira mensalidade é cobrada na contratação, e não há versão sem custo. Para quem ainda tem poucos casos, dizemos com franqueza que a agenda com aviso e um controle simples podem bastar por mais alguns meses.
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